João Pestana na Biblioteca de Lagoa

Bruno conta história aos meninos que passaram a noite na Biblioteca

Foi no passado dia 23 de Julho que estive na Biblioteca Municipal de Lagoa para participar como contador na primeira e original actividade intitulada “João Pestana na Biblioteca”. A ideia foi proporcionar a um grupo de meninos e meninas leitores da biblioteca uma noite diferente na casa dos livros e da imaginação. A minha prestação seria receber os participantes e realizar uma sessão de contos.

Uns dias antes todos andávamos entusiasmados com a ideia (eu, as crianças, as funcionárias da biblioteca e até a própria bibliotecária). O grande dia chegou e pelas 21h já algumas crianças e pais estavam à porta da biblioteca carregados com sacos cama, almofada, pijama, enfim, tudo aquilo que seria necessário para uma noite confortável. Para completar esta sensação de conforto, algumas crianças trouxeram os seus ursinhos e amiguinhos de peluche para viver esta aventura.

Depois das despedidas dos pais (algumas difíceis pois era a primeira vez que os filhos não dormiam em casa), juntámo-nos todos no átrio principal da biblioteca e realizámos um jogo de apresentação para ficarmos a saber o nome uns dos outros e falar de algumas regras importantes para o bom funcionamento da iniciativa. As crianças estavam excitadíssimas com a aventura.

Seguimos para a sala infantil onde comecei a contar histórias de medo… depois da primeira história pedi para apagarem as luzes e, com lanternas e pequenas luzes, contei as histórias seguintes num ambiente intimista e mágico. A participação das crianças foi muito boa. Alguns com um bocadinho de medo, mas todos deliciados com aquilo que estavam a ouvir e a viver através da imaginação.

No final, as crianças beberam um leitinho com umas bolachas e foram para a sala polivalente, transformada em quarto. As crianças mais pequenas rapidamente foram apanhadas pelo João Pestana e adormeceram. Para as mais velhas, foi mais dificil. Algumas acabaram por revelar no dia seguinte que mal tinham conseguido adormecer.

Eu não cheguei a dormi na biblioteca. No entanto, na manhã seguinte voltei lá para dar os bons dias aos meninos e finalizar a actividade. A ideia era dar aos pais algum feedback da actividade e incluí-los numa sessão de histórias pela manhã.

Os pais foram chegando e quando estavam todos, contei duas histórias mais enérgicas, óptimas para começar o dia. Uma delas até exigia a participação de todos. Foi divertidíssimo e os pais participaram activamente. No final, estavam todos muito satisfeitos com a iniciativa. As crianças ainda receberam umas lembranças, entre elas uma foto tirada durante a actividade.

Eu adorei contar histórias às crianças à noite, antes de elas irem dormir. Afinal, é a altura certa para as histórias serem contadas. E a aventura de dormir uma noite na bilbioteca será de certeza uma coisa que elas não irão esquecer.

Bruno regressa ao Carregado

Bruno no Centro Social e Paroquial do Carregado

Foi no passado dia 13 de Julho que estive no Centro Social e Paroquial do Carregado, tal como tem acontecido todos os anos. O convite surgiu mais uma vez da Animadora do Centro, minha colega da universidade, e que faz questão da minha presença para dinamizar uma sessão de contos para os idosos do centro e para dar um workshop aos funcionários da instituição.

Para mim é sempre um prazer ir lá pois sou sempre muito bem recebido e as coisas têm corrido muito bem nos últimos anos. Este ano não foi excepção. No entanto, percebi que me tinha tornado uma pessoa muito famosa naquele centro pois toda a gente falava “do rapaz da coisa”, fruto de uma história contada há dois anos e que teve muito sucesso por juntar de forma muito dissimulada um pouco de picante à narrativa “O rapaz e a gaita mágica”.

Este ano os idosos andavam super excitados, tal como pude comprovar e ouvir da minha colega. Os que já me conheciam falavam do tal “rapaz da coisa”. Os que não me conheciam perguntavam “mas que coisa é essa?”, “vai ouvir as histórias e verás”. “Que excelente forma de publicidade”, pensei eu.

Quando cheguei à sala, já estavam muitos idosos prontos para ouvir as histórias. Tinham decorado com a minha colega o espaço destinado ao contador. Sentei-me e lá comecei a contar as histórias. É claro que tive de repetir a história  do “rapaz da coisa” para delírio dos presentes. No final da sessão, encheram-me de beijos e abraços e mostraram o seu agrado pela sessão “devia vir cá todas as semanas”, diziam alguns.

Seguiu-se a formação para os funcionários da instituição. Desta vez fui dar um workshop sobre desenvolvimento pessoal. Tendo as histórias verdadeiras lições e mensagens profundas sobre nós próprios, achei que seria uma boa forma de abordar o tema. Depois de uma introdução, distribuí uma história a cada duas pessoas para lerem, reflectirem e depois partilharem com o grupo. A forma encontrada resultou muito bem e no final das duas horas do workshop foi bom ouvir uma formanda a dizer “já acabou! ficava aqui mais umas horas”.

Agora  é esperar que este dia perdure na memória dos que assistiram. Para o ano, sei que estarei de volta ao centro com muito gosto, afinal, começo a fazer parte desta casa e desta família. Obrigado!

Reportagem Sessão de Contos em Portimão

Bruno conta na Casa Manuel Teixeira Gomes

Foi em Abril que estive na Casa Manuel Teixeira Gomes, em Portimão, a realizar uma sessão de contos com o tema “mar”. Confesso que fico sempre um pouco nervoso quando me encomendam sessões temáticas e esta não foi excepção. O facto de ficar assim tem a ver com a pesquisa que é necessária fazer e a preparação mais cuidada que é necessária pois geralmente são sempre contos com os quais não estou muito familiarizado.

Depois de algumas pesquisas efectuadas e o livro “Onda” comprado, as ideias foram surgindo e durante dias, a sessão esteve presente na minha cabeça…até dois dias antes da minha ida ao Algarve para a realização da sessão. Levei comigo livros, brinquedos de corda aquáticos, uma garrafa com uma mensagem, um marinheiro, enfim, até a minha indumentária foi pensada em função do tema.

No dia e hora combinados lá estava eu pronto para levar os participantes numa viagem ao meu imenso mar…e a sessão não podia ter corrido melhor, a história da Onda foi um sucesso. Com a ajuda dos ouvintes, a história até meteu o FMI e o nosso Presidente Cavaco Silva ao barulho. Os pais participaram tanto como as crianças e a sessão foi levada até ao fim cheia de energia e ritmo, terminando com uma história que metia brinquedos aquáticos, água, um marinheiro e um barco de papel…

Mais uma vez fui muito bem recebido na Casa Manuel Teixeira Gomes, mais concretamente pela Responsável pela animação Telma Mendonça à qual agradeço a confiança e a oportunidade.

Sessão de Contos em Portimão

Bruno Batista conta histórias na Casa Teixeira Gomes

 Em período de férias escolares da Páscoa, a Casa Manuel Teixeira Gomes oferece um programa diversificado para Pais e Filhos, promovendo a troca de experiências e descobertas entre si, num ambiente descontraído e divertido!

Eu irei lá estar no dia 15 de Abril, pelas 15h para contar contar histórias ligadas com a água e o mar. A actividade é gratuita, mas no entanto será necessária uma inscrição.

Para aceder à ficha de inscrição e a todo o programa da iniciativa clica  aqui «««««

Aparece!

Bruno na Festa da Primavera

Bruno Batista conta histórias na Festa da Primavera

Que boa forma de dar boas vindas à Primavera que contar histórias ao ar livre numa linda tarde de actividades, contos e jogos. Foi isso que nos proporcionaram a Livraria Cabeçudos mais um grupo de moradores da zona da expo intitulado “Aqui no Bairro” no passado Domingo, dia 20 de Março.

O Dia estava maravilhoso e o sol radiante. Convidava mesmo a uma voltinha junto ao Tejo. E foi isso mesmo que fizeram muitas famílias com os seus filhotes que apareceram e participaram nas actividades preparadas. As histórias contadas por mim e pela Liliana Lima resultaram muito bem e colocaram toda a gente a participar. Depois seguiram-se os jogos, os desenhos, as pinturas faciais,etc. A Associação A PAR também esteve presente a fazer uma demonstração da sua actividade, assim como a Little Cake que veio dar a conhecer os seus deliciosos bolos biológicos.

A tarde passou num instante e os sorrisos e alegria foram uma constante. Da minha parte adorei participar nesta festa. Para o ano quero estar lá novamente. E penso que as 4 alunas que me acompanharam também irão querer lá estar. Aproveito para agradecer a sua participação nas pinturas faciais e na dinamização de alguns jogos. Sem elas esta festa não teria sido a mesma coisa.

Para mais informações sobre a Livraria Cabeçudos, acede aqui«««

Fundação do Gil na Madeira

Bruno Batista dá formação na Madeira

No passado fim de semana de 12 e 13 de Março estive na Madeira com a Fundação do Gil para dar formação da Hora do Conto aos voluntários do Dia do Gil no Funchal. Sendo a segunda vez que fui à Madeira para dar formação, a viagem, o aeroporto entre outras coisas já não eram novidade. No entanto desta vez fui dois dias antes da formação, o que possibilitou uma estadia mais calma e usufruir um pouco mais da Ilha.

No dia de chegada realizei a sessão da hora do conto no hospital do Funchal. A sessão não foi fácil pois tive a assistir alguns jornalistas, a Margarida Pinto Correia, a Maria Gabriel, Coordenadora Geral do Dia do Gil, voluntários já no terreno e até o próprio Gil esteve presente.

Seguiram-se algumas reuniões e visitas oficiais da fundação na qual estive presente (algumas da preparação da formação). No entanto, ainda houve tempo para um passeio pela cidade do Funchal para ver as vistas e uma passagem pela piscina do Hotel. Aliás, o Hotel onde ficámos instalados, Mélia Madeira Mare, é excelente. O único senão foi a falta de luz natural nas salas de formação… mas não se pode ter tudo, não é?

Em relação à formação, mais uma vez correu sobre rodas…eu fico um pouco ansioso pois estou em constante adaptação durante a formação, mas sinto uma espécie de ligar o botão, um fluir de energia, algo difícil de explicar mas que me faz ser uma pessoa como formador que não sou no meu dia-a-dia… é impressionante sentir isso… talvez por isso adoro dar formação, estar com as pessoas e conseguir passar coisas de forma leve e divertida… e melhor ainda é voltar um ano depois e verificar que os ensinamentos continuam lá, as pessoas aproveitaram e evoluiram.

Voltei para o continente mais uma vez que a sensação de missão cumprida e com mais uma mão cheia de pessoas lindas que vou guardar no coração.

Obrigado Maria Gabriel por confiares no meu trabalho e possibilitares estas oportunidades.

Primeira Sessão na Cabeçudos

Bruno Batista passa a colaborar com a Livraria Cabeçudos

As coisas não surgem na nossa vida por acaso. Desde o final do ano passado que começaram a vir parar às minhas mãos uma série de notícias relacionadas com a abertura de uma livraria em Lisboa totalmente dedicada à literatura infantil, a Cabeçudos. Foram tantas as vezes que quase parecia que o universo estava a tentar dizer-me qualquer coisa…perante isto, resolvi visitar a tão falada livraria e disponibilizar a minha arte. Desde logo houve grande receptividade por parte do dono, Rui Andrade. Quanto à livraria, posso dizer que deparei-me com um espaço bastante acolhedor. Apesar de não ser muito grande, vi que tinha um pequeno anfiteatro óptimo para sessões de contos. Passados uns dias voltei à livraria como combinado para mostrar alguns dos meus livros e para falar um pouco mais sobre as minhas sessões de contos. Uns dias depois recebi um telefonema com a proposta de realização de uma sessão no dia 8 de Março. Aceitei com agrado.

No dia sessão, confesso que estava um pouco nervoso pois estava a trabalhar com um novo público e sentia que o meu trabalho iria ser avaliado. Cheguei com alguma antecedência. O dia estava um pouco nublado e chuvoso. Convidava pouco a sair de casa. No entanto, os meninos e meninas que se tinham inscrito na sessão foram chegando aos poucos (a chuva faz destas coisas) e a sessão lá começou. As crianças foram acompanhando timidamente as propostas interactivas mas estiveram muito atentas em relação à dinamização dos contos escolhidos. Os adultos presentes gostaram tanto como as crianças e no final ficou a sensação de saber a pouco, o que me pareceu muito bom sinal.

Desde já tenho a agradecer a confiança e o convite do Rui Andrade e a simpatia e disponibilidade da Lilian, desejando todo o sucesso para a Livraria Cabeçudos.

A minha próxima sessão na livraria será no dia 27 de Março, pelas 11h. Se quiserem aparecer, a livraria fica situada no Parque das Nações, junto à Torre Vasco da Gama. As crianças pagam 5€ por sessão.

Se quiserem, podem aceder ao site da livraria e saber o que mais se passa lá. http://www.cabecudos.com


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