A minha ida à Polónia

 
Como relatei num post anterior, estive na Polónia de 5 a 13 de Julho a participar num curso intensivo de Educação não-formal. Eu e mais uma colega portuguesa fomos os dois rumo à Polónia, mais propriamente rumo a Wisla, no sul. Estar lá foi fantástico, conhecer pessoas de outros paises, outras realidades, outras histórias, tentar falar novas línguas e viver muitas aventuras. Vivi durante 8 dias num local situado nas montanhas onde de inverno o branco da neve abunda. Nesta altura a cor dominante era o verde. E entre a vegetação apareciam casas de madeira mimosas com flores à janela. Ao longo do curso houve tempo para visitar a cidade de Wisla, ir à piscina local, estar no rio a chapinhar, apreciar a magnífica paisagem, enfim, foi um bom tempo de reflexão e de retemperamento de forças.
 
Se quiserem, podem ir ao album de fotos e ver reportagem fotográfica da viagem.
 
Na reportagem, aparecem também algumas fotos tiradas em Paris. É que no regresso houve a possibilidade de ficar em Paris umas horas. Assim, aproveitamos para visitar alguns locais famosos como foi o caso da Catedral de Notre Dame e o Museu do Louvre. Monumentos belíssimos e gigantes numa cidade gigante. Uma coisa que me impressionou foi o facto de os turistas afluirem a esses locais como se fossem romarias. Parecia um parque de diversões, o que não fica muito bem no caso da Catedral, um local de culto onde deveria haver mais respeito… mas enfim, é a cultura massificada que temos.
 
Em relação à viagem, deixo um excerto de um texto de Vasco Prazeres que li na Notícias Magazine dias depois de ter regressado a casa e que mostra precisamente aquilo que senti.
 
"(…) Mas, como sempre acontece quando se goza com intensidade uma estada longe de casa, o regresso tem sempre um sabor estranho. Por um lado, somos invadidos por uma onda de nostalgia que leva, de imediato, a lamentarmos a vinda e a sentirmos saudades do tempo passado fora de portas. Com um sorriso amargo, recordam-se os episódios protagonizados, as descobertas feitas, as emoções sentidas… Por outro, o voltar à nossa rica casinha devolve-nos a sensação de paz e conforto que estivera omissa durante a ausência. Ao entrarmos na porta, parece-nos sempre que os espaços adquiriram dimensões diferentes, os objectos alteraram as posições relativas e mudaram de tonalidade e até os odores caracterísitcos adquiriram intensidade diferente. Durante muito tempo, as nossas referências habituais foram substituídas por outras e o regresso às antigas traz consigo a percepção errónea de mudança.
Passadas as primeiras impressões, aquilo que parecia ter-se diluído no entusiasmo da mudança volta a ocupar o espaço central das nossas preocupações.(…)"
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